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APÓS DETERMINAÇÃO DA JUSTIÇA CDC CONVOCA APROVADOS NO CONCURSO DE GUARDA PORTUÁRIO

O edital de convocação de todos os candidatos aprovados e formados no curso de formação do último concurso para Guarda Portuário foi publica...

sábado, 25 de abril de 2026

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PORTO DE SANTOS E OUTROS PELO BRASIL TÊM FALHAS NO COMBATE AO TRÁFICO DE DROGAS, APONTA AUDITORIA DO TCU

Entre os principais problemas está a falta de trabalho integrado entre Receita e Polícia Federal

Uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) apontou falhas no combate ao tráfico de drogas em portos brasileiros. Dentre os principais problemas identificados está a falta de atuação integrada entre Receita Federal e Polícia Federal (PF), o que faz com que muitas operações se limitem à apreensão da droga, sem avançar na identificação das organizações criminosas.

A equipe fez visitas técnicas aos portos de Santos, Paranaguá (PR), Vitória (ES) e de Lisboa, em Portugal, e teve contatos com equipes internacionais, como especialistas da EUDA (Agência de Drogas da União Europeia), da MAOC-N (Centro de Análise e Operações Marítimas - Narcóticos), também no Velho Continente, a HARC Team Roterdã (força-tarefa conjunta especializada na investigação e combate ao tráfico internacional de drogas e atividades criminosas no complexo portuário holandês) e dos portos do Equador.

Para dificultar o tráfico, o TCU considera ser necessário aumentar o custo e risco para criminosos, melhorar integração entre órgãos e investir em tecnologia. A Corte de Contas traz como recomendações gerais a criação de normas conjuntas entre órgãos, (especialmente entre PF e Receita), a melhora da governança e coordenação, a ampliação de uso de tecnologias de monitoramento e fortalecimento de controles nos portos mais críticos.

“Com a implementação das deliberações propostas, espera-se que haja melhoria na atuação coordenada da Receita Federal do Brasil e da Polícia Federal nas ações contra o tráfico transnacional de drogas nos portos, fortalecendo controles aduaneiros e investigativos capazes de reduzir o ilícito no país”, cita o relator, ministro Augusto Nardes, em seu voto que acompanha o acórdão.

Nardes acrescenta que, “no mesmo sentido, será possível aperfeiçoar a formulação de políticas públicas e de leis mais eficazes no combate ao crime organizado, bem como a expansão do uso de tecnologias de monitoramento, como o Vessel Traffic Management Information System (VTMIS), utilizadas para monitoramento e detecção de embarcações clandestinas, sobretudo nas 'áreas molhadas' dos portos, para reforçar a segurança portuária”, cita o relator, ministro Augusto Nardes, em seu voto que acompanha o acórdão.

Passou

Embora existam controles, como scanners, câmeras e demais sistemas, falhas ocorrem até em ambientes controlados. Uma delas encontrada pela auditoria aconteceu no Porto de Santos.

Em 13 de dezembro de 2023, houve entrada de 30 mil latinhas em contêiner estufado na véspera. A carga foi vistoriada e liberada seis dias depois. O embarque no navio foi feito em 29 de janeiro de 2024 e a embarcação partiu no dia seguinte rumo à Europa. Em 12 de março daquele ano, o navio chegou ao Porto de Sines, em Portugal. A carga de cocaína inserida em 1200 latinhas foi apreendida pela Polícia Judiciária quase dois meses depois, em 9 de maio.

“A atuação da Polícia Federal é inevitável, pois o tráfico de drogas na região da zona portuária é crime, cuja conduta se inicia no território brasileiro, e se estende até outros países, sendo, portanto, transnacional e de competência da Justiça Federal. Ao mesmo tempo, por esse contêiner se encontrar em zona alfandegada e pela cocaína envasada se tratar de contrabando, a atuação da Receita Federal, nesse caso concreto, faz-se necessária”, detalha a auditoria.

Dentro desse raciocínio, a auditoria constatou que há sobreposição de atuação entre a Polícia Federal e a Receita Federal na prevenção e repressão do tráfico de drogas na zona portuária. “De um lado a Receita Federal verifica a repressão de ilícitos aduaneiros e, portanto, identifica e faz a retenção de drogas em mercadoria; e, de outro, a Polícia Federal investiga, a partir da retenção dessa droga, os autores e participantes desse crime”, completa.

VTMIS

A ausência do sistema VTMIS, utilizado para monitoramento e detecção de embarcações clandestinas, nos principais portos - exceto o de Vitória - facilitaria o tráfico durante a navegação, segundo concluiu a auditoria. No caso do Porto de Santos, a implementação está incluída na concessão do canal de acesso, ainda a ser colocada em leilão.

Na Europa, os portos de Roterdã, na Holanda, Antuérpia, na Bélgica, e Hamburgo, na Alemanha, são exemplos citados pela auditoria. Eles implementaram sistemas VTMIS integrados a plataformas de vigilância costeira, bases de dados internacionais e sistemas automatizados de gerenciamento de risco com inteligência artificial. “Essas ferramentas permitem o rastreamento em tempo real de embarcações, a análise preditiva de comportamentos anômalos e a atuação coordenada entre autoridades portuárias, aduaneiras e policiais”, afirma o texto.

Na América Latina, diversos países vêm avançando na implantação de sistemas semelhantes, observa a auditoria, casos dos portos de Cartagena, na Colômbia, do Callao, no Peru, e no Canal do Panamá e seus portos adjacentes, no país de mesmo nome.

Procuradas, a Polícia Federal e a Receita Federal não responderam à Reportagem até o fechamento da matéria.

Acordo

Brasil e Estados Unidos anunciaram, no último dia 10, um acordo de cooperação mútua visando o combate ao tráfico internacional de armas e drogas. A parceria prevê, de maneira constante, por meio digital, o compartilhamento de informações sobre apreensões feitas nas aduanas dos dois países, de forma a viabilizar uma investigação célere de padrões, rotas e vínculos entre remetentes e destinatários de produtos ilícitos. A parceria é entre a Receita Federal brasileira e o U.S. Customs and Border Protection (CBP, a agência de fronteiras dos EUA).

Drogas, armas ou peças de armas apreendidas em contêineres de navios ou em aeroportos possibilitarão aos investigadores e trocar informações.

Especialista afirma que investigação acontece

A consultora de segurança portuária e ISPS Code, Luciana Fuschini, afirma que nenhuma apreensão de drogas é um fim em si mesma, já que gera um inquérito policial com o objetivo de investigar autoria e materialidade dos delitos.

“Muitas vezes, esses inquéritos policiais robustecem outras investigações em andamento relacionadas a determinada organização criminosa, o que pode dar a falsa aparência de que ficaram sem a conclusão esperada. Há muito sigilo nessas investigações e nem tudo pode ser divulgado”, explica ela, que é delegada da Polícia Federal aposentada e ex-coordenadora da Cesportos (Comissões Estaduais de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis).

Luciana acrescenta que Polícia Federal e a Receita Federal atuam de forma integrada, trocam informações e essa parceria é vital para a qualidade das investigações. “Talvez o único ponto de atrito tenha sido a delimitação de atribuições, que, em dado momento, precisou ser debatida e esclarecida entre as instituições”, emenda.

Ponto de ruído

Outra recomendação trazida pela auditoria do Tribunal de Contas da União, além da capacitação de servidores, é a necessidade de melhorar a preservação de evidências nas operações. Luciana argumenta que esse é o exato ponto de ruído, lembrando que a PF tem a atribuição constitucional exclusiva no combate ao tráfico transnacional de entorpecentes.

“Tão logo seja detectada a presença ou potencial presença de entorpecentes em uma carga ou instalação portuária, aquele local imediatamente deve ser preservado, e a PF acionada. Aquele local passa a ser considerado 'local de crime' e os peritos vão coletar todas as evidências necessárias para detectar a autoria do crime. Nenhum outro órgão pode mexer no entorpecente a partir do momento da sua detecção. A PF é a responsável pela coleta de provas, pesagem, realização do ‘narcoteste’ e a respectiva apreensão da substância. A apreensão só pode ser realizada no âmbito do inquérito policial”, detalha.

A intervenção de outras pessoas pode acarretar em uma contaminação das provas, as quais são apontadas no laudo pericial, podendo, desta forma, prejudicar ou até anular uma ação penal por uma eventual quebra na cadeia de custódia, acrescenta Luciana.

“Por isso é tão importante preservar o local. Não se trata de vaidade entre órgãos, mas a correta delimitação de atuações para evitar uma anulação posterior de processo criminal e, com isso, favorecer o crime organizado. Não resta dúvida sobre a importância da atuação da Receita Federal nas análises de risco e fiscalizações, mas esta correta delimitação de atribuições fortalece o combate ao crime organizado, que é o objetivo maior”, argumenta.

Pontos de melhoria

A consultora de segurança portuária observa que há sempre pontos de melhoria a serem implementados. A integração entre os órgãos com troca de informações, a interlocução entre o público e o privado, a utilização de tecnologia com IA, e análise preditiva estão entre eles.

“Além disso, há que se investir em meios de combate ao crime organizado a exemplo de aquisição de embarcações para o Núcleo Especial de Polícia Marítima (Nepom), o aumento de efetivo nas instituições, treinamento dos servidores em mergulho para detectar a modalidade de inserção de drogas na caixa de mar dos navios, aeronaves e drones com capacidade e autonomia para fiscalizar as áreas de fundeio. A capacitação constante dos servidores é essencial para esse objetivo”, completa.

É preciso fiscalizar fronteiras

O presidente da Delegacia Sindical de Santos do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco) Nacional, Elias Carneiro Júnior, recomenda que o Brasil observe as fronteiras para evitar que as drogas cheguem aos portos. “O Brasil tem 8 mil quilômetros de fronteira seca e mais 8 mil de fronteira molhada. A droga vem pela seca. É só pegar os países produtores. Eles vão passando na estrada e vão trazendo. Nós temos que atacar por aí”, afirma.

Elias sugere que seja financiada a compra de scanners para verificar a carga dos caminhões como acontece nas aduanas. “O scanner é um equipamento extremamente essencial. Se todos os postos rodoviários deste país tivessem scanners com operadores capacitados, asseguro que grande parte da droga não chegaria aqui nem passaria por lá porque não entraria”, explica. “Por que o Porto de Santos pega muito? Porque temos hoje 100% dos contêineres que são fiscalizados por scanner”, acrescenta.

Outra sugestão do presidente da Delegacia Sindical de Santos do Sindifisco Nacional é que seja criado um fundo internacional de combate aos entorpecentes. Ele usou como exemplo o Fundo Amazônia, iniciativa do governo brasileiro e gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), que capta doações, muitas internacionais, para financiar ações voltadas à preservação, monitoramento e combate ao desmatamento, além de promover a conservação e o uso sustentável da Amazônia Legal.

“Cem por cento das drogas que apreendemos no Porto de Santos, que representa em torno de 60% das drogas do País, estão indo para o exterior, principalmente para países de Primeiro Mundo. Por isso, eles têm que ajudar a gente, dando estrutura e dinheiro para podermos trabalhar com mais eficiência, colocando scanners, policiais e auditores nas fronteiras. Temos que levar esse assunto para frente, para as instâncias internacionais, para a criação desse fundo”, sugere.

Autor/Fonte: Ted Sartori / A Tribuna

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sexta-feira, 24 de abril de 2026

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VELEIRO COM COCAÍNA, LIGAÇÃO COM PCC E ARQUIVOS NA NUVEM: CONHEÇA O PERSONAGEM QUE EXPÔS ESQUEMA DE R$ 1,6 BI COM RYAN


Arquivos recuperados em investigação sobre tráfico de drogas abriram caminho para operação de combate à lavagem de dinheiro

A prisão do cantor MC Ryan SP em uma festa à beira-mar no litoral paulista no dia 15 deste mês foi o capítulo mais recente de uma investigação que começou muito antes, e bem longe dos palcos. Tudo tem origem num aparelho de celular apreendido pela Polícia Federal durante uma ação contra o tráfico marítimo de drogas. O dono do dispositivo era Rodrigo de Paula Morgado, empresário do setor contábil cuja trajetória, reconstruída pelos investigadores, conecta veleiros carregados de cocaína no Atlântico a casas de apostas eletrônicas, cripto ativos e uma constelação de empresas de fachada.

A megaoperação, que resultou na detenção de cantores do funk, influenciadores com milhões de seguidores e produtores de conteúdo, é fruto direto das informações extraídas da nuvem pessoal de Morgado, um acervo digital que as autoridades descrevem como a "caixa-preta" do esquema.

O início dessa teia criminosa remonta a 2023, quando a Marinha dos Estados Unidos interceptou o veleiro Lobo VI em alto-mar, entre o arquipélago de Cabo Verde e as Ilhas Canárias. A bordo estavam mais de quatro toneladas de cocaína, que deram origem à Operação Narco Vela, investigação que mirou uma organização dedicada ao tráfico de entorpecentes para a África e a Europa, valendo-se de satélites, embarcações de alto padrão e rotas marítimas cuidadosamente planejadas.

As apurações identificaram membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) entre os envolvidos, entre eles Levi Adriani Felício, o "Mais Velho", e seu parente Rodrigo Felício, o "Tico", ambos já presos por crimes ligados ao tráfico naval. Além deles, a investigação traria à tona um personagem até então menos exposto: Rodrigo de Paula Morgado.

Durante a Narco Vela, os agentes apreenderam o celular de Morgado. Ao vasculhar o equipamento, descobriram que ele havia atuado como contador das empresas Saito Construtora Ltda. e Caetano da Silva Construtora EIRELI, ambas identificadas como partícipes na aquisição do veleiro Lobo IV, outra embarcação confiscada com mais de três toneladas de cocaína. A ligação do empresário com o universo do narcotráfico marítimo estava estabelecida.

A Narco Bet e o primeiro ciclo de prisões

Com base nas descobertas iniciais, a Polícia Federal avançou para a Operação Narco Bet, deflagrada em outubro de 2025. O alvo central continuava sendo Morgado, agora descrito pelas autoridades como um possível "operador logístico-financeiro" de um esquema transnacional de lavagem de capitais.

O juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho, ao autorizar o mandado de prisão preventiva contra o empresário, destacou haver provas suficientes, "ao menos em tese", de seu envolvimento em atos ilícitos antecedentes à lavagem de dinheiro, com clara relação ao tráfico internacional de drogas. O magistrado sublinhou os indícios de "união de esforços" para dissimular a origem criminosa do capital.

As investigações revelaram que Morgado havia aberto dezenas de empresas em parceria com jovens moradores de comunidades de difícil acesso, sem endereço verificável, cuja documentação apresentava suspeitas de fraude. Todas as companhias tinham como sede formal o mesmo endereço de coworking, do qual Morgado era o único sócio. O esquema detectado na Narco Bet movimentou, segundo os investigadores, R$ 313 milhões ao longo de cinco anos, além de operações de cripto ativos que se aproximaram de R$ 100 milhões.

A nuvem que mudou as investigações

Foi durante a Operação Narco Bet que a Polícia Federal obteve autorização judicial para acessar o serviço de armazenamento em nuvem vinculado a Rodrigo Morgado. A decisão abriu uma janela para a vida digital do empresário, e o que os investigadores encontraram ali redirecionou completamente os rumos das apurações.

Ao cruzar os arquivos e conversas armazenados na nuvem de Morgado com os Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) emitidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o núcleo de inteligência da PF identificou algo que até então não estava no radar: uma organização criminosa autônoma, completamente independente daquela que era investigada nas operações anteriores. Tratava-se de uma estrutura própria, articulada para captar, custodiar e redistribuir recursos oriundos de apostas ilegais, com MC Ryan SP no centro do esquema.

As conversas extraídas do celular do empresário foram determinantes não apenas para mapear a rede de laranjas e operadores envolvidos, mas também para demonstrar que os crimes seguiam ocorrendo de forma ativa. Os registros indicavam movimentações financeiras ilícitas ao longo de todo o segundo semestre de 2025, incluindo o mês de dezembro. Essa foi a evidência de que a engrenagem estava em plena atividade enquanto as investigações avançavam.

A conexão entre o tráfico de drogas exposto na Narco Vela e o esquema financeiro desarticulado agora passa diretamente pelas plataformas de apostas, as chamadas bets. Segundo as autoridades, os investigados utilizavam esses serviços para transformar em dinheiro aparentemente lícito os recursos gerados pelo narcotráfico internacional.

Os dados extraídos da nuvem de Morgado permitiram às autoridades revelar os nomes de diversas pessoas físicas e empresas de fachada usadas para operacionalizar o ciclo. A empreitada criminosa começava com a entrada dos valores ilícitos, sua custódia e posterior redistribuição em formas distintas, com cripto e remessas internacionais complementando o mecanismo. Tudo era feito para dificultar o rastreamento e disfarçar a origem do capital.

O papel de Morgado na nova fase

Com a deflagração da operação neste mês, Rodrigo de Paula Morgado passou de investigado a um dos pivôs documentais da maior fase da investigação. A Justiça Federal decretou sua prisão temporária pelo prazo de 30 dias, além de ter determinado o bloqueio e sequestro de bens, valores, cripto ativos e veículos.

O montante global bloqueado contra os integrantes do grupo chegou a R$ 1,63 bilhão — valor correspondente ao fluxo financeiro indevido identificado pelos investigadores ao longo de toda a apuração. Morgado figura entre os alvos das medidas determinadas pelo juiz responsável pelo caso.

O material obtido da conta em nuvem do empresário foi tão central que, nesta nova etapa, o magistrado chegou a dispensar as grandes empresas de tecnologia de fornecer dados telemáticos adicionais. A justificativa é direta: as análises das contas titularizadas por Rodrigo de Paula Morgado já foram completamente esgotadas pela Polícia Federal e forneceram toda a base necessária para sustentar a fase atual da investigação.

A operação que alcançou artistas e influenciadores ampliou consideravelmente o espectro de investigados. MC Ryan SP foi preso durante uma festa na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista, onde celebrava com convidados enquanto os agentes se mobilizavam para cumprir os mandados. MC Poze do Rodo, outro nome de destaque do funk nacional, também acabou detido.

No campo dos influenciadores digitais, a ação alcançou Raphael Sousa Oliveira — criador da página Choquei, um dos perfis de entretenimento mais populares do Brasil — e Chrys Dias, com quase 15 milhões de seguidores nas redes sociais. Outros produtores de conteúdo integram a lista de presos.

Autor/Fonte: Filipe Vidon / O Globo


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quinta-feira, 23 de abril de 2026

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CAMINHÃO É ARRASTADO POR TREM APÓS CONVERSÃO SOBRE AS LINHAS FÉRREAS NO PORTO DE SANTOS


A Guarda Portuária atendeu à ocorrência. O caminhão foi arrastado por aproximadamente dez metros

Na última segunda-feira (20), um caminhão que fazia uma conversão sobre as linhas férreas foi arrastado por um trem, no Porto de Santos, no litoral de são Paulo. Apesar do impacto e dos danos, ninguém ficou ferido.

Segundo a nota oficial da Autoridade Portuária de Santos (APS), o caminhão trafegava pela Avenida Engenheiro Antônio Alves Freire, no sentido Centro-Ponta da Praia, quando o motorista tentou fazer uma conversão para acessar a Rua Senador Christiano Ottoni. No entanto, ele não percebeu a aproximação da composição ferroviária.

A Guarda Portuária atendeu à ocorrência, registrada por volta das 12h50. Com a colisão, o caminhão foi arrastado por aproximadamente dez metros. O veículo foi removido pelo guincho da corporação. As vias foram totalmente liberadas para o tráfego cerca de 40 minutos depois.


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