Segundo
portaria, publicada no domingo (27), decisão se deu em razão das recentes invasões
a instalações e embarcações.
A
Polícia Federal elevou para dois, o nível de segurança dentro do Porto de
Santos. A decisão foi publicada, no domingo (27), pela portaria 11/2019 da
Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis
no Estado de São Paulo (Cesportos-SP).
Segundo
a delegada Luciana Fuschini Nave, a iniciativa se deve após os recentes
protestos em terminais e embarcações por grupos de estivadores. Em sua decisão,
a coordenadora do Cesportos-SP colocou que levou em conta "o registro de
ocorrências incidentes aptos a comprometer a segurança pública e a operação
portuária, em virtude de recentes invasões em instalações portuárias do Porto
de Santos".
A
mudança aconteceu dois dias após o protesto do Sindicato dos Estivadores de
Santos (Sindiestiva) no terminal da empresa Ecoporto. No domingo (27), segundo
informações da Polícia Federal, a diretoria da Sindiestiva subiu à bordo, via
mar, do navio Prominente ACE, de bandeira panamenha, que está atracado no
Terminal de Veículos (TEV) dentro do cais público.
Durante
a ação dos sindicalistas, a operação na embarcação foi suspensa. O presidente
do sindicato, Rodnei Oliveira da Silva, o Nei da Estiva, e outros diretores
foram levados para a delegacia da PF para prestar depoimento. Era esperada que
a operação no navio fosse retomada a partir das 13h.
O
presidente do Sindestiva alegou que a Proporto, responsável pela operação
no Prominente ACE, "está querendo
trabalhar com mão de obra ilegal" e que o sindicato foi ao local
fiscalizar a situação.
Ele
informou que a Sindiestiva impediu a operação do navio, pois a empresa não
requisitou mão de obra para o sindicato e "ia começar a trabalhar com
trabalhadores ilegais que não têm registro no Ogmo (Órgão de Gestão de Mão de
Obra)".
Porte ilegal
Durante
a manifestação na manhã de domingo (27), foi registrada a apreensão de uma arma
de fogo. De acordo com a Polícia Civil, o dono do armamento era um soldado que
estava realizando a segurança em uma empresa portuária, acompanhado por um
policial civil e outro policial reformado. Após os protestos, o homem foi
abordado por policiais e apresentou o registro de uma arma pistola cal.
40.
Entretanto,
ao ter o carro vistoriado, foi encontrada embaixo do banco do motorista, uma
pistola Bersa cal. 9 mm sem o registro. A arma foi apreendida e a ocorrência
foi registrada na Central de Polícia Judiciária (CPJ).
O Ecoporto informa que o segurança em questão não é funcionário da companhia. Ele pertence ao quadro de funcionários de uma empresa contratada para proteger as operações no terminal devido aos protestos e atos de violência ocorridos nos últimos dias, segundo a empresa.
Fonte: Jornal A Tribuna - Santos
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